eu escrevo sem roteiros, escrevo para organizar minhas teorias, que são vezes muitas e vezes nenhuma. escrevo mal, mas não escrevo pra você, então não preciso de uma sequencia logica ou cronologica para escrever, escrevo porque gosto, e porque me faz bem, não tenho ordem, e sim desordem. o mais engraçado é que escrevo (na maioria das vezes) sem destinatário, na verdade sem remetente também, ja que sou tantas em uma só, eu sei que isso é muito clichê, mas sou tantas em uma que as vezes me perco e nem sei como meu estado de espirito se encontra, (em permanente estado de desequilibrio ?). não escrevo pra me esconder, e nem sou timida, não no sentido mais conhecido da palavra, porque eu não tenho uma obsessiva preocupação com as atitudes, reações e pensamentos dos outros, nem em relação a mim, nem a nada nessa vida. as vezes acho muita coisa, e outras muitas vezes não acho nada, quando procuro os meus motivos para começar o meu tiroteio diário de palavras, começo a pensar que foi porque eu chorava demais por ele, e ficava sem me entender, porque o choro só atacava à noite, daí comecei a escrever por medo, medo de não me encontrar, medo disso ser um disturbio personalidade, ou quem sabe de multiplas personalidades, pura baboseira. talvez não seja o medo. talvez seja apenas um vício, algo como a lua, você só gosta e pronto, sem nenhum motivo certo, aparente. mas talvez seja exatamente pra me perder, e não pra me encontrar, as vezes tenho a impressão que sou certinha demais. mas minha maior teoria é que eu tenho muito medo de despedidas e mudanças, e quando me comprometo comigo mesma, não tenho o que temer, afinal eu nao iria conseguir me abandonar, é como um porto (in)seguro. e o meu coração ja sofreu muito, não por muitos amores, mas sim por muitos alarmes falsos. e um amor, que me dói mas que tudo. escrevo para me lembrar sempre, lembrar de nunca reservar um lugar para alguém no meu coração, deixar ele livre, e preso ao mesmo tempo. porque assim ele não se machuca, mesmo não tendo também, a chance de ser feliz. não levem nada do que eu disse a sério, isso não passa de mais uma teoria banal e sem sentido. e quando paro para ler coisas de tempos atraz vejo que sou um camaleão, minhas teorias, é, essas sem sentido que eu expus aqui, são todas passageiras, e amanhã ou depois vou estar encantada com coisas novas, e escrevendo sobre nostalgia ou algo que hoje não chama muito minha atenção. ou quem sabe vou perder o gosto por escrever, vai saber.
sim um vento até soprou que a luz ia me acompanhar, e quando a chuva vem eu tenho medo e sei que você vai cuidar de mim ♪
domingo, 18 de julho de 2010
"meu coração tem segredos que movem a solidão"
eu escrevo sem roteiros, escrevo para organizar minhas teorias, que são vezes muitas e vezes nenhuma. escrevo mal, mas não escrevo pra você, então não preciso de uma sequencia logica ou cronologica para escrever, escrevo porque gosto, e porque me faz bem, não tenho ordem, e sim desordem. o mais engraçado é que escrevo (na maioria das vezes) sem destinatário, na verdade sem remetente também, ja que sou tantas em uma só, eu sei que isso é muito clichê, mas sou tantas em uma que as vezes me perco e nem sei como meu estado de espirito se encontra, (em permanente estado de desequilibrio ?). não escrevo pra me esconder, e nem sou timida, não no sentido mais conhecido da palavra, porque eu não tenho uma obsessiva preocupação com as atitudes, reações e pensamentos dos outros, nem em relação a mim, nem a nada nessa vida. as vezes acho muita coisa, e outras muitas vezes não acho nada, quando procuro os meus motivos para começar o meu tiroteio diário de palavras, começo a pensar que foi porque eu chorava demais por ele, e ficava sem me entender, porque o choro só atacava à noite, daí comecei a escrever por medo, medo de não me encontrar, medo disso ser um disturbio personalidade, ou quem sabe de multiplas personalidades, pura baboseira. talvez não seja o medo. talvez seja apenas um vício, algo como a lua, você só gosta e pronto, sem nenhum motivo certo, aparente. mas talvez seja exatamente pra me perder, e não pra me encontrar, as vezes tenho a impressão que sou certinha demais. mas minha maior teoria é que eu tenho muito medo de despedidas e mudanças, e quando me comprometo comigo mesma, não tenho o que temer, afinal eu nao iria conseguir me abandonar, é como um porto (in)seguro. e o meu coração ja sofreu muito, não por muitos amores, mas sim por muitos alarmes falsos. e um amor, que me dói mas que tudo. escrevo para me lembrar sempre, lembrar de nunca reservar um lugar para alguém no meu coração, deixar ele livre, e preso ao mesmo tempo. porque assim ele não se machuca, mesmo não tendo também, a chance de ser feliz. não levem nada do que eu disse a sério, isso não passa de mais uma teoria banal e sem sentido. e quando paro para ler coisas de tempos atraz vejo que sou um camaleão, minhas teorias, é, essas sem sentido que eu expus aqui, são todas passageiras, e amanhã ou depois vou estar encantada com coisas novas, e escrevendo sobre nostalgia ou algo que hoje não chama muito minha atenção. ou quem sabe vou perder o gosto por escrever, vai saber.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
sentidos.