sim um vento até soprou que a luz ia me acompanhar, e quando a chuva vem eu tenho medo e sei que você vai cuidar de mim ♪
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Decifra-me ou te devoro.
Tenho medo de borboletas, demonstro confiança até no gesto de amarrar o cabelo, tenho o nome da minha futura filha escolhido desde que fazia a quinta série, tinha apenas onze anos. Se eu não sei, pergunto. Se eu não conheço, gosto - mistérios me atraem. Pinto minhas unhas dia sim, dia não. Passo semanas sem pinta-las. Sonho em dormir um dia e acordar canhota. Pra mim se acabou, acabou! Quem da tempo é relógio. Mas em compensação, nunca é tarde demais. Nem para o amor, nem para o perdão, alegria, para sonhar além dos astros, dos cometas, das estrelas-cadentes. O universo é mais. Elaboro o meu roteiro a lápis grafite e tenho sempre uma borracha e um marca-texto à mão. Apago o que não me serve, grifo o que for eterno. E assim o ciclo se repete. Com olhar marcante, sorriso frouxo, largo e torto. Não gosto de deixar o pó se acumular em cima dos sentimentos, sendo assim vivo sob constante mudança.
Fernanda Barros
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sentidos.